Lisboa - A diplomata Edith do Sacramento Lourenço Catraio rejeitou cargo que lhe estava a ser dado pelas autoridades angolanas depois de ter sido informada que já não viaja para a cidade de Nova Iorque como Cônsul-geral, por alegada objeção do visto diplomático para o seu conjugue.

Fonte: Club-k.net


Depois da alteração dos planos para seguir para os Estados Unidos da América, soube por meios informais que poderia seguir para o Dubai, visto que a cônsul nesta cidade árabe, Augusta dos Anjos Carneiro Mangueira acaba de ser despachada para Nova Iorque. A ida ao Dubai, ficou também comprometida, uma vez que o MIREX, decidiu enviar para esta cidade um outro diplomata Bento Salazar André Morgado.


Na sequencia da indefinição que se observa, o ministro das relações exteriores, Manuel Domingos Augusto convocou Edith Lourenço Catraio para uma reunião em que lhe propôs que escolhesse um departamento de sua preferência em Luanda para ser nomeada. Aparentemente saturada pelo impasse, a diplomata transmitiu ao ministro que tomou a decisão de ficar sem cargo algum.

 


Edith Lourenço Catraio trabalha há mais de 30 anos no ministério das relações exteriores e antes do seu irmão, João Manuel Lourenço chegar ao poder, o seu antecessor (José Eduardo dos Santos) a promoveu a embaixadora de carreira, o topo da carreira diplomática. Trabalhou no passado como diplomata em Madrid, Bruxelas, e depois em Paris.

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