Lisboa - O empresário Silvestre Tulumba Kaposse é identificado em meios financeiros, em Luanda, como parte interessada em comprar 13% da participação que a empresa MS Telecom detém no Banco de Fomento de Angola (BFA).

Fonte: Club-k.net

A MS Telecom é uma subsidiária da petrolífera estatal Sonangol para o sector das telecomunicações. A venda das ações desta empresa de telecomunicações esta a ser efectuada no quadro de medidas de alienação de mais de 60 ativos da Sonangol, dos setores das finanças, telecomunicações, imobiliário, indústria, entre outros.

 

Para obter os 13% de participação do BFA, Tulumba Kaposse ou um outro potencial investidor que queiram abraçar a política de privatizações que o estado está a levar a cabo, terá de pagar a Sonangol valores que rondam os 700 milhões de dólares americanos.

 

No âmbito do Programa de Privatizações (ProPriv), que lista 195 empresas públicas a serem privatizadas total ou parcialmente, até 2022, só a Sonangol deve alienar 20 empresas e/ou ativos até dezembro.

 

Estão previstas a alienação de 26 empresas em 2020, três em 2021 e uma em 2022, que compreende a abertura do seu capital.

 

O presidente do conselho de administração da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins defendeu em varias ocasiões que a alienação de mais de 60 activos não nucleares vai tornar a empresa “financeiramente mais robusta”, tendo afirmado que os activos a privatizar têm sido avaliados no âmbito do programa de regeneração da empresa com vista a centrá-la no seu objecto social.

 



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