Luanda – O Programa do executivo liderado pelo Presidente João Lourenço no combate a corrupção e recuperação dos ativos do Estado tem largos benefícios para o cidadão angolano e deve ser considerado uma fonte do Orçamento Geral do Estado (OGE) pelo menos para os próximos anos.

Fonte: Club-k.net

Como se sabe em Dezembro de 2018, Presidente da República, João Lourenço criou uma Comissão Multissetorial com o objetivo de identificar os investimentos feitos com fundos públicos antes de chegar ao poder, em setembro de 2017. A comissão é composta pelo SIC, PGR, SINSE, Ministério das finanças e etc. Em Março de 2019, o Conselho de Ministros tomou conhecimento dos resultados do trabalho realizado pela Comissão Multissetorial, tendo apurado que, com estes investimentos, o Estado angolano foi lesado em mais de 4,7 mil milhões de dólares”.

 

Não se percebe o comportamento de alguns políticos e mesmos intelectuais que pretendem dentro do combate a corrupção assumir um discurso contra a este programa e defender uma propriedade privada que na sua essência na palavra nunca existiu o que houve foi a transferência de fundos públicos da alçada do Estado para as mãos de um pequeno grupo bem definido e selecionado que se arrogaram no direito de serem os país da revolução em Angola.

 

Estão identificados duas principais fontes do enriquecimento ilícito em Angola, a Sonangol E.P., e o BPC, E.P. onde a maioria parte das riquezas exibidas por este pequeno grupo de endinheirado tem a sua origem nestas duas empresas publicas sem desprimor de outras fontes como o OGE em pequenas escalas.

 

A posse exagerada de dinheiro deste grupo contrasta com o numero irrisório de postos de trabalho criado para cidadão angolano no país bem como na industria o que quer dizer que ate os roubos serviram apenas para os paraísos fiscais ao invés de investir na diversificação da economia e de outras atividades.

 

Que se goste ou não, o programa de combate a corrupção e recuperação de ativos do Estado deve ser encorajado como disse o político e histórico da nossa revolução Lopo do Nascimento e citamos: "Quem recebe dinheiro do Estado e não paga tem que ser sujeito a algumas decisões. Se alguém recebe dinheiro do Estado, é para pagar - seja do Estado, seja de privados".

 

O nacionalista angolano reforçou: "Se eu peço um empréstimo a um banco, tenho que pagar. Se não pago, o banco vai apanhar aquilo que eu fiz com o dinheiro que pedi emprestado. É normal. Seja filho de... Nem que fosse filho de Deus, é assim que se faz na Terra".

 

Os maiores benefícios deste programa para além da recuperação em si do capital do Estado também haverá destreza na aplicação destes fundos no sector da educação, saúde , assistência social, assistência continuado e a infância.

 

Os que atacam, este programa pretendem apenas tirar areia nos olhos do angolano com pretensa insinuações de perseguições de A e B, são aquelas que mantem se no regime de inspiração do passado mergulhada excessivamente na corrupção no nepotismo e procuram distrair os cidadãos menos atentos.

 



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