Luanda – Estão a ser registrados em meios da Unidade de Segurança Presidencial (USP), ocorrência praticas que no entender de fontes abalizadas evidenciam sinais de marginalização da hierarquia desta estrutura militar responsável pelo principal anel de proteção ao Chefe de Estado angolano.

Fonte: Club-k.net

A conclusão, é apoiada no conteúdo de uma recente comunicação do chefe de Estado Maior da Unidade de Segurança Presidencial (USP), coronel Santos Manuel Nobre, que orienta o segundo comandante da USP, brigadeiro Domingos André Caimesse, a proceder a que procedesse a entrega do espolio militar em sua posse.

 

Na linguagem militar quando se requisita a entrega do espolio militar, significa que o oficial deverá ir a reforma dentro em breve e antes de sair o mesmo deve entregar a farda, arma e tudo que é meio militar em sua posse.

 

A nível da hierarquia a USP tem um comandante, José Joao “Mawa”, um segundo comandante, brigadeiro Domingos André Caimesse, um comandante adjunto para educação patriótica e em quarto lugar esta o chefe de Estado Maior, coronel Santos Manuel Nobre.

 

Segundo a versão dos observadores atentos, por regra a orientação dada ao segundo comandante, Domingos André Caimesse deveria ser transmitida pelo comandante da USP, tenente-general José Joao “Mawa” e não pelo Santos Manuel Nobre que é quarta figura da estrutura militar afecta a Casa de Segurança da Presidência da Republica.

 

Segundo apurou o Club-K, o comandante José Joao “Mawa” terá sido abordado sobre o assunto e mostrou desconhecer a origem da orientação da passagem a reforma do seu segundo comandante. Já em 2018, o Chefe da Casa de Segurança, general Pedro Sebastião fez sair um despacho (07751/OFC/GAB.DIR/MECCSPR/2018) que o orientava a passagem a por limite de idade, de Domingos André Caimesse. Em reação, o comandante da USP, José Joao “Mawa” escreveu a Pedro Sebastião não podia ir ainda a reforma por, na altura, considerar indispensável a sua promoção ao grau militar de brigadeiro.

 

 

 



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