Luanda - A direcção do supermercado Big One desmentiu informações postas a circular segundo as quais, o espaço está infectado com o coronavirus. Os responsáveis do supermercado Big One, asseguram estar em curso medidas com vista a responsabilizar os autores dos rumores.

Fonte: Opais
Segundo João Mayala, gerente do espaço, na última sexta-feira, as instalações do supermercado passou por um processo de desinfestação, procedimento normal que é feito a cada quinze dias, de formas a higienizar o espaço.

Porém, a necessidade de espalhar o boato, algumas pessoas fizeram fotografias do espaço a ser higienizado, e postaram nas redes sociais a difamarem que o espaço estava ser desinfestado por estar infectado com coronavirus.

Segundo João Mayala, as imagens correram as redes sociais e geraram pânico aos clientes. Porém, na obrigatoriedade de esclarecer as populações, o gerente assegurou que o processo de desinfestação faz parte do procedimento normal de higienização que a empresa efectua a cada quinze dias, pelo que os clientes podem estar descansados que o espaço não está infectado com a pandemia do coronavirus.

De acordo com o responsável, desde a sua criação, há trinta anos, o supermercado tem sido higienizado e cumprido com todos os procedimentos sanitários. No entanto, no actual contexto os cuidados foram redobrados de forma a proteger os clientes e os 250 funcionários que o supermercado dispõe

Conforme explicou, para além do processo de desinfestação, o supermercado está a exigir, da parte dos clientes o uso obrigatório de máscaras e álcool gel a entrada. "Temos a obrigação de salvaguardar a saúde dos nossos funcionários e clientes. Por isso apostamos nas medidas de prevenção e combate do coronavirus", frisou.

Responsabilização

Por outro lado, João Mayala disse que está em curso processos de forma a descobrir os autores destes rumores para posteriormente serem responsabilizados. Conforme explicou, qualquer boato acaba por ter algum impacto na vida financeira da empresa.

Por esse motivo, frisou, é preciso que as pessoas sejam responsabilizadas para evitar que venham a cometer a mesma prática no futuro. "Não podemos ganhar dinheiro sujando a imagem dos que trabalham honestamente. O nosso trabalho é aberto. Não temos nada a esconder, pelo que não há necessidade de as pessoas fomentarem mentiras sobre nós", apontou

Ainda no âmbito das medidas de prevenção e combate a pandemia do coronavirus, João Mayala acrescentou que a sua instituição dispensou parte da sua força de trabalho, sobretudo os grupos vulneráveis. A estratégia, frisou, consta das medidas aplicadas pelo Estado Angolano na aplicação do Estado de Emergência com vista evitar exposição dos seus funcionários a situações de risco.



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