Lisboa – A provedora de justiça-adjunta Antónia Florbela de Jesus Rocha Araújo comunicou recentemente a círculos que lhe são próximos a cerca da decisão tomada em desistir da corrida a uma das vagas para o cargo de juíza do Tribunal de Contas cujo concurso foi recentemente aberto pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), em Luanda.

Fonte: Club-k.net

A desistência surgiu do seguimento do desconforto causado pelas denuncias, segundo as quais o Presidente Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), Joel Leonardo havia criado um regulamento – em violação da lei – visando favorecer juristas, no seu caso em especial. A lei permite que “não juristas” como peritos de contas ou finanças, também concorreram.

 

Notabilizada acadêmica da cadeira de direito internacional público, Antónia Florbela de Jesus Rocha Araújo, foi ao tempo de José Eduardo dos Santos, Secretária para os Assuntos Jurídicos da Presidência usufruindo a categoria de “ministra”.

 

Como “provedora de justiça-adjunta” cargo na qual tomou posse em Dezembro de 2017, a acadêmica é dada como se sentido “sub-aproveitada”. São-lhe, mesmo, atribuídos desabafos segundo as quais sentiria mais honrada na pele de “embaixadora” ou mesmo de “magistrada”.

 

A pretensão de concorrer como juíza do Tribunal de Contas terá sido encorajada por Mário Pinto de Andrade, o actual secretário para os Assuntos Políticos e Eleitorais do Bureau Político do MPLA, que por sua vez, é ligado ao Presidente do Tribunal Supremo, Joel Leornardo, personalidade encarregue em organizar o referido concurso curricular.

 

 



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