Luanda - Angola tem 18 Províncias, 164 Municípios. Angola tem de ter uma agenda para realização do seu desenvolvimento e crescimento, com base num compromisso de nação e não de Estratégia de líderes. Errado. A estratégia do líder é para o partido e não para a nação.

Fonte: Club-k.net

Porque o que o líder não inclui na sua estratégia, não entrará nunca nas prioridades da nação porque a estratégia é partidária e só satisfaz os interesses partidários.

 

Então precisamos desse compromisso urgentemente antes da convocação das autarquias, devidamente estruturado por bairro, aldeia, comuna, município, distrito, cidade, província, com Timing determinado. Curto, médio e longo prazo.

 

Será com este compromisso que os que governarem Angola de 2022 para frente, se guiarão para a realização do progresso econômico e social da nação angolana.


E será com base nessa agenda que os eleitores deverão medir o grau de cumprimento do que foi feito e não feito nos prazos determinados e nos locais indicados para execução dos compromissos.

 

Essa forma de programas divulgados aquando das campanhas eleitorais, são muito enganosas, por serem de caris única e simplesmente partidários, sem vínculo jurídico legal com o cidadão, porque não é da nação mas sim de um partido político.


E quem tem que questionar o seu cumprimento nunca será o cidadão mas sim o militante de tal partido se tiver coragem ou liberdade para o fazer.


Temos que pensar em mudar a forma de realizar Angola, para os angolanos e com os angolanos sem excepção, a começar dos pontos mais recônditos onde a fome e a pobreza batem mais.


Agenda de compromissos nacional inclusivo para fazer uma nova Angola.

 

O cidadão tem que saber o que se vai fazer no seu quimbo, aldeia, bairro, comuna, distrito, município, província, durante os cinco anos de mandato. Ou seja, o que terei no meu sítio em que resido daqui a dez, quinze, vinte anos. Isso sim, promove a esperança do amanhã, porque está agendado para ser feito, com recursos internos ou externos.

Agora, se continuarmos, a fazer o que nos convém de acordo com o momento, jamais sairemos onde estamos; havemos de retroceder.

 

Não é só autarquias, o país tem que ter agenda nacional, onde o autarca não deve inventar o que fará, mas sim busca da agenda nacional a sua prioridade e submeter aos eleitores e estes concordarão e ou corrigirão com base na agenda nacional.


Não inventa, cria e daí caminha.

"Carvalho Neto"

 



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