Luanda - Andamos a brincar aos investigadores como nas series CSI,s, mas nem tudo o que vemos é o que se parece, mesmo sendo ficção os criminosos tem direitos e são detidos após recolha de provas, ligando-os aos crimes a eles imputados, de contrário não se faz a detenção.


Fonte: Club-k.net


Nas últimas semanas tem corrido rios de tintas sobre o tão propalado " Caso QUIM RIBEIRO ", denúncias de abusos a que os encarcerados tem sido sujeitos começando pela falta de sensibilidade por parte dos encarregues da investigação como se de marting se tratasse para a PGR na pessoa do seu mais alto dignatário, em não atenderem aos pedidos dos advogados legalmente constituidos como é de lei, e quando o fazem, fazem-no de forma arrogante.


Com a denúncia feita pelo Reginaldo Ribeiro, filho do ex-Comandante da Polícia de Luanda, públicada no F-8 de 25 do corrente mês e ano, acusando funcionários do SISE pretenderem assassinar o pai, estampando provas que até prova em contrário demonstram serem credíveis.   Com o fito de silênciarem alguém que pode incomodar muito boa gente caso se concretize a detenção de Quim Ribeiro, uma vez expirado o prazo para o devido esclarecimento e nada se verifica supostamente por falta de provas, embora algumas detenções como justificação do trabalho que está a ser realizado foram feitas e na optica dos experts de forma irregular.  Com o fracasso da acção pretendida( assassinato ) demonstrando mais uma vez desajustes e debilidades em todas as conexões da nossa querida justiça, restou apenas o prazer de descontarem suas frustraçôes aos menos afortunados ( encarcerados ), privando-os do básico para as suas necessidades diárias tais como:


A água que é lhes fornecida pelos familiares quando ai se dirigem em visitas. O acesso ao W.C em determinado momento é-lhes negado, uma vez quando fechados em celas não encontram acesso para lá se dirigirem, já que estas ( celas ) não possuem wc, restando apenas a dura possiblidade e única das necessidades fisiológicas serem efectuadas em sacos e mantendo-as no mesmo local onde dormem até que as celas são abertas.

 

Foi vetada a entrada nas celas e partes adjacentes do policial que se encontra a prestar serviços no local, ficando adistrito a estes apenas a entrada principal do edifício no controlo aos visitantes.

 

Segundo fontes ligadas a instituição, até ao momento nada se encontra esclarecido, sendo as acusações baseadas em presussões, o que inviabiliza a detenção do Comissário Joaquim Ribeiro sem culpa formada por se tratar de um ofícial superior, o que deixa um grande fosso na credibilidade das nossas instituições, visto que Quim Ribeiro também é acusado nos mesmos crimes, o que faz transparecer estarmos perante um peso e duas medidas.

 

Aos demais, encontram-se detidos em desobediência aos preceitos legais, pelo facto de não lhes ser exibido qualquer mandado para o efeito, após semanas de interrogatórios matinais até ao cair da madrugada, sem que encontrassem vestigios que provam os seus envolvimentos para os encarcerarem.

 

Aos fazedores da justiça ai vai o meu conselho, não se envergonhem dos erros cometidos porque errar humano é, mas persistirem no mesmo erro é burrice, pautem pela legalidade e só assim teremos um país que se pretende democrático e de direito.


Tenho dito...



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