Benguela - As autoridades angolanas estão agora a levantar a questão do estatuto legal dos tripulantes de um navio americano para o continuarem este no porto do Lobito, soube a Voz da América.


Fonte: VOA

O navio Maersk Constellation foi retido no Lobito após as autoridades terem descoberto a bordo quatro contentores com munições.

 

O governo do Quénia fez saber posteriormente que as munições lhe pertencem mas Luanda tenciona levantar a situação do estatuto legal dos 23 estrangeiros para justificar a permanência do navio no Lobito, soube a Voz da América.

 

Fontes da VOA, disseram que a tripulação do navio Maersk Constellation ainda não foi notificada pelas autoridades angolanas.

 

Antes do pronunciamento das autoridades quenianas, Luanda condicionava a saída do navio do Lobito à confirmação por parte do Ministério da Defesa queniano de que o material bélico retido se destinava ao Quénia.

 

Na segunda-feira passada, um porta-voz do governo do Quénia reivindicou como seus os quatro contentores, com munições, retidos pelas autoridades angolanas no Lobito.


Em declarações a um jornal queniano, o porta-voz Alfred Mutua , disse que o  governo confirmava que os munições lhe pertencem e  esperara assim a entrega do quatro contentores de munições adquiridas nos Estados Unidos.  Mutua sublinhou que o navio que os transporta estava a caminho de Mombasa após uma escala em Angola. Fontes da VOA garantiram que essa semana Luanda tinha sido notificada pelo Quénia, mas não se sabe se foi oficialmente.

 

Os quatros contentores com munições de alto calibre que as autoridades quenianas reivindicam permanecem guardados numa unidade militar de Benguela.


Fontes da VOA referiram ainda que foram que as autoridades alfandegárias receberam ordens  para efectuarem nova inspecção ao navio.



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