Benguela - A polícia libertou, em Benguela, os  manifestantes acusados de liderar a manifestação contra a Administração Municipal, na sequência da disputa de terrenos nos arredores da cidade das acácias rubras.


Fonte: Apostolado
 

Treze homens e 23 mulheres haviam sido detidos por, no entender da polícia, serem as pessoas que assumiam a liderança na referida manifestação.

 

Não foram, no entanto, indiciados em nenhum crime, tendo-lhes sido apenas dado a conhecer as formas do direito à manifestação, de acordo com o porta-voz do comando provincial da polícia, em Benguela, superintendente Carlos Mota.

 

 Cerca de duzentas pessoas, exigiam junto da administração municipal de Benguela, a cedência de terrenos para a construção de habitações.

 

Uma fonte da Ecclesia adiantou que o Administrador Municipal de Benguela, José Lukombo, poderá falar esta sexta-feira sobre o litígio que opõe a sua administração e os populares que pretendem demarcar terrenos nas imediações do aeroporto “ 17 de Setembro”.


Esta é a segunda manifestação em menos de duas semanas. Tudo aconteceu quando  individuo ligados à administração  municipal de Benguela anunciaram a entrega de terrenos.

 

Para o  efeito  as pessoas se alistaram e receberam cada uma  um espaço de 25/25. Passados dois dias surgiram  fiscais do governo que as desalojaram a pretexto de estarem ali  ilegalmente, uma vez que aquele espaço era uma reserva fundiária do Estado. Inconformados,   os populares dirigiram-se à  administração para  exigir um esclarecimento do administrador Municipal   José  Manuel Lukumbo.

 

Na primeira manifestação,   a  administração  municipal fez recurso a polícia nacional, para  abortar a iniciativa, tendo detido 10 pessoas que,  foram soltas dois depois. A de segunda feira (26),  teve os mesmos motivos, mas foi mais violenta.



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